ANA PAULA ALBERTO CALDEIRA

A minha fotografia

Portuguesa, http://www.caminhosquefalamportugues.blogspot.pt/  mulher, nascida no Feijó, concelho de Almada, http://www.umateladearco-irismargemsultejo.blogspot.pt/ Península de Setúbal, Portugal, em 1966. 

Residente no Norte Alentejano, http://www.caminhosdonortealentejano.blogspot.pt/ Portugal. 

Funcionaria publica, no Ministério da Saúde.

Frequência universitária, do curso de direito.

Seguidora, da Ordem Templária de Cristo http://templariosportugueses.blogspot.pt/ e da Ordem de Malta http://www.ordemdemalta.pt/

Partidária ( ALA LIBERAL  http://pt.wikipedia.org/wiki/Liberalismo ) 

Pintora, escritora, bloguer e fotografa.

Socia/socorrista, da cruz vermelha portuguesa http://www.cruzvermelha.pt/

Autora, de mais de 144 blogues, publicados na Google.

Do qual consta, as minhas historias 80, os meus desenhos 188, as minhas fotos 6.618, os meus vídeos 100.

Inclui também, algumas fotos do meu pai 98, quando este esteve em Goa, Índia.

Em 1959/1960, em serviço militar.

Alem das minhas publicações, na google e google+, e do partido do qual sou militante, e cruz vermelha do qual sou membro, também tenho lugar, para publicações de outros.

Obrigado, pelas vossas visitas.

SEJAM SEMPRE, BEM VINDOS, OBRIGADO. .".

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"AS RUINAS DA ILHA DO CONDOR"


kigo, saiu muito cedo de casa, seguiu a rua, virou á esquerda, antes da paragem do autocarro, dirigiu-se ao quiosque.
-bom dia?
o homem respondeu:
-bom dia, diga!
kigo:
-era o jornal, manhã submersa!
o homem:
-manhã? quê?
kigo:
-manhã? esqueci-me do resto!
o homem:
-não será, o diario da manhã?
kigo:
-é isso! sim, é esse, desculpe a confusão!
o homem encolhe os ombros:
-não faz mal, mais alguma coisa?
kigo:
-era um café, mas o senhor não tem?
kigo retira-se, o homem do quisque, desabafa:
-pois! café não tenho! coitado! parece-me, que está apanhado!!! manhã, submersa, deve ser algum filme, só pode!porque titulo de jornal? nem soa bem!
kigo, segue em direcção á paragem do autocarro, pouco tempo depois, este surge, kigo entra, mostra o passe, mais umas quatro paragens, e kigo sai, mais algumas pessoas, dirigi-se a um edificio, sede da empresa onde trabalha.
as portas envidraçadas, abrem-se, kigo dirige-se ao elevador, abre a porta, e carrega com o dedo, no botão 9, ja no nono andar, entra na sala:
-bons dias?
todo o pessoal:
-bom dia, kigo!
o director, chega quase ao mesmo tempo que kigo, cumprimentam-se, e seguem cada um para seu seu posto de trabalho, o director antes de entrar no gabinete, olha para trás, pensativo, olha kigo, e ao mesmo tempo, diz:
-ah! kigo! és tu?
kigo:
-sim, josil! sou eu!
josil, olha, agora em promenor, a cabeça de kigo, mas sem comentar, o que observava:
josil:
-sabes! é que, ontem ligaram-me, para saber se estavamos interessados, em colaborar, na analise de uma zona historica, onde ja foram encontradas, vestigios de colonizadores.
kigo:
-ah! ok! vem para o meu gabinete ! explica-me-me tudo, é para onde? quantos arqueologos, são precisos? porque, se for preciso, eu irei tambem.
josil:
-daqui a pouco tempo, ja saberei, e digo-te, qualquer coisa sobre isso.
josil entra finalmente no seu gabinete, e kigo, vai até á sala grande, onde se encontram os restantes funcionarios da empresa.
na sala, todos olham, para kigo.
kigo, olha, para todos:
kigo:
-o que estão a olhar? ah! e ja agora, o jornal manhã submersa, existe ou não? é que fiquei com a ideia, que o homem do quiosque, me enganou?
os colegas de kigo, olharam, uns para os outros, mikay intervem:
-kigo! esse jornal não existe! em relação ao resto, estamos a olhar para ti, por causa do teu novo penteado, que é girrooooooooooooo, alias, a cor, é muito original, para homem, éééééé´´eée´´e! roxo!! lilas? é muito sensual, ficas very sexy, apetecivel! sei, lá! kigo!
kigo, olha atentamente a colega, respondendo:
-és tu querida amiga de longos anos, que vais comigo, ver umas ruinas, na america latina! acho, que será, para aquele lado, outra vez!
mikay, olhou muito seria, para kigo.
-america latina? outra vez, não!
kigo:
-sim! tu jornalista, mim arqueologo, que tal, querida?
mikay, sorriu para kigo.
-outra vez vez, juntos? porque não levas outra pessoa?
kigo, ignora a resposta de mikay:
-optimo, so preciso acertar detalhes! com o director.
kigo, dirige-se, ao gabinete do director.
-posso entrar josil?
josil, responde:
-sim! sim! podes entrar! senta-te!
vieste cá, por causa das ruinas?
kigo:
-ruinas? quais ruinas?
josil:
-ah! ainda não te disse! pois é! o pessoal da ilha do condor, telefonou-me e vão mandar um fax, umas ruinas, que foram descobertas por acaso, restos de ceramica com a coroa portuguesa, moedas de ouro com a coroa espanhola, enfim, umas simples ruinas de uma senzala, que se encontravam num terreno, que foi comprado por um particular, que é um amigo meu, coincidencias!
kigo!kigo? estas ouvir? kigo?
kigo, li-a o jornal, sentado no sofá, de perna traçada, bebendo café.
kigo:
-ah! afinal o manhã submersa, era um filme, e eu confundi com o jornal, ja sei, é o diario submerso, deve ser isso!
kigo, olha finalmente para josil, mas o director ja li-a o fax, das ruinas da ilha do condor.
kigo:
-então! há news?
josil, abana a cabeça.
josil:
-é! parece que sim!, deixa-me ler com mais calma!
kigo:
-deixa-me tirar uma fotocopia, e assim lemos os dois!
josil, aceitou e cedeu o fax, por segundos.
josil e kigo, liam atentamente o fax, que o amigo de josil, lhe enviara.
josil e kigo, olham, um para o outro.
kigo:
-parece-me, serio! moedas de ouro e prata! cunhadas em 1530, 1543, fragmentos de pratos, de vasilhame ceramico decorado, vestigios humanos, algumas ossadas, houve ali concerteza, um aldeamento, de quem seria, portugueses ou os espanhois? até porque os restos de ceramica e as moedas tinham as coroas dos dois paises!
josil, ainda li-a o fax.
josil:
-pois! pois! mas há mais!! aqui no ultimo paragrafo!
kigo:
-ah! ja li, desconfia-se que haja, alguma nau afundada, ao largo da ilha.
josil:
-pois! mas duvido, porque razão?, a nau se teria afundado ali no meio dos corais? os navegadores daquele tempo, ja tinham muitos conhecimentos das artes de navegar!
kigo:
-josil! eu vou para lá, estou cheio de curiosidade de ver o que esta debaixo das ruinas da senzala, em relação á nau, tambem duvido!
josil:
-vamos os dois, vou tratar de arranjar avião e ficamos em casa do marco, certo!
kigo, olhava a janela e falava ao telemovel, fazendo gestos com as mãos, josil, olhava kigo, não sabendo ao certo se aqueles gestos todos, eram para ele, ou para a rua.
josil:
-hum! aposto que estas a ligar para os amigos todos! a contar a ultima novidade! e, claro!
irá tudo de escursão, como da ultima vez!
kigo, terminou o telefonema, dirigiu-se a josil.
-então vamos embora?
josil:
-nós, vamos! mas os teus amigos todos! não! só vai mikay!
kigo:
-ok! fixe!
mikay, é muito importante nas nossas viagens! os meus amigos não podem ir? é isso? não faz mal, vai mikay! esta bem!
josil, sai da sala, e kigo vai atras.
josil, kigo e mikay, embarcam, no dia a seguir, no avião para a ilha do condor,kigo dormia e josil tambem, só mikay estava atenta á viagem, mikay:
-kigo! kigo!
kigo:
-hum! o que é?
mikay:
-já estou a ver a ilha! acorda kigo!
kigo:
-é o quê? hum!
mikay:
-aaaaaaaaaaaaaaaaa,illlllllllllllhhhhhhhhhhhhhhhhha!
kigo:
-nnnnnnnnnaaaaaaaaaaaaaoooooooooooo, griitesssssssssssssss! para a proxima, não veens!
kigo, olha finalmente, para baixo, fica encantado com a beleza da ilha.
kigo:
-é linda, mikay, tem vulcão, montanha, areal, arvoredo, e muito grande, grande, grande! que estranho, só éxistem casas daquele lado?
mikay:
-qual lado, kigo?
kigo:
-na encosta da montanha!
mikay:
-a do vulcão?
kigo:
-nãaaaaaaaaaaaaaao! a montanha! não viste! uma montanha normal! na zona do vulcão não existem casas, so arvoredo, e bastante, isso quer dizer que á muito, que ele não entra em erupção.
mikay olha para baixo, abanando a cabeça, ao que kigo dizia.
mikay:
-sabes, kigo eles estão a construir as casas cada vez mais para cima, pelo menos, pareceu-me!
kigo:
-pois, eu tambem percebi, isso! o amigo de josil, nos explicará, o porquê?
no aeroporto da cidade de santa clara, capital da ilha do condor. marco esperava-os, josil, conheceu logo o seu velho amigo, dirigindo-se a ele, kigo e mikay, seguiam-no.
depois dos cumprimentos seguiram, no carro de marco entrando na cidade colonial.
marco:
-amigos, esta é a nossa cidade, recheada, passo a expressão, de arquitectura colonial, aliás, como podem ver!
kigo, josil e mikay, olhavam admirados para as casas, algumas pintadas com cores coloridas, kigo e mikay, abriram os vidros do carro, para verem melhor, as casas que ladeavam a rua.
kigo:
-casas coloridas, que giro, ah! ja me esquecia? porque, é que, só aqui, é que há, casas? do outro lado da ilha, não!
josil, olhava para kigo e marco, mikay, olhava atentamente a arquitectura de uma casa.
marco:
-aquele lado, não se pode viver, com sossego, por causa do vulcão! aliás! julga-se, que por baixo das ruinas da senzala, haverá um aldeamento, ou dois, que ficaram subterrados, com a erupção, esta ultima só deixou a senzala meio de fora, tanto que as paredes, só teem um metro de altura, e o telhado, é baixo, eu, sou mais alto que ele, tenho um metro e oitenta!
coisas do vulcão, santa teresa, até porque, esses aldeamentos tem vestigios dos colonizadores da ilha, que pelos achados, se supõe, sejam, portugueses e espanhois.
quando se iniciaram as escavações, para as obras de reconstrução da senzala, encontraram-se, moedas, restos de ceramica, algumas ossadas, objectos de adorno, resto de igreja, que suponho eu, presença jesuita, na ilha! e, mais umas coisas.
josil ouvia com muita atenção, o que marco dizia, kigo e mikay, olhavam, a casa cor de laranja, que estava, mais á frente.
mikay:
-kigo! já viste, a varanda de madeira, daquela casa, e as ombreiras de pedra, nas portas e janelas, a ombreira da porta é de forma oval, as janelas de madeira, tipo guilhotina, nesta rua, são quase todas, assim!
kigo:
-sim! será que a cidade, tem toda, este traço colonial? o marco diz que sim!
o carro parou, ali mesmo, em frente da casa, cor de laranja, marco e josil conversam, mikay e kigo, saem do carro.
ambos, vão andando pela rua da cidade, de santa clara, marco e josil, entram na casa cor de laranja, o carro fica á porta, marco apercebera-se, do distanciamento de mikay e kigo.
marco e josil, dirigem-se a sala grande, atravessando-a, entrando na varanda, marco senta-se, na cadeira que estava junto de uma mesa, josil na outra, em frente.
uma empregada, aparece, trazendo logo em seguida, algumas bebidas e aperitivos, tipicos da ilha.
da varanda da casa, via-se a encosta da montanha, do lado de lá, no outro lado da ilha, estava o vulcão, santa teresa.
marco:
-amigo josil! preciso de pessoas especialistas, nesta area de arqueologia, eu sei que tu, conheces imensa gente, de varias areas, e serviços, mas neste caso especifico, arqueologos experientes, era muito necessário, porque, estão pelos menos, tres aldeamentos subterrados, pela lava e cinzas que sairam do vulcão.
aquele terreno, tem imensa coisa, debaixo do chão, muito valiosa, do que retirarmos dali, colocamos no museu, dos colonizadores, aqui mesmo, nesta casa.
falei com alguns amigos meus, decendentes de indigenas, e eles proprios me disseram, que antes de virem os brancos, nos barcos com cruzes, e velas brancas, os seus antepassados, vivam ali e adoravam, o vulcão do condor, faziam os rituais no areal, da praia da gaivota, hoje praia dos corais, quando vieram os brancos, o condor zangou-se e não se conseguiu, mais viver ali, o condor, destruiu, tudo o que os brancos fizeram, portanto dois aldeamentos, o dos indios fora parcialmente destruido, mas, pelos brancos, disse, otyco, alias, ainda meu primo.
josil, olhava atentamente,marco.
marco:
-josil! josil! josil, estas a ouvir? o que foi!
josil:
-estava, a imaginar, tudo isso, naquele lado da ilha!
marco:
-josil, vamos ver o terreno?!
josil:
-ah! optimo! é longe?
marco:
-sim! ou seja, mais ou menos, uns vinte, e quatro kilometros!
josil:
- ok! vamos então!
josil e marco, foram para o outro lado da ilha, quando contornaram a montanha, la estava o vulcão, ao fundo.
josil:
-ali está, o grande condor!
marco:
-o vulcão do condor, amigo! agora é, o santa teresa! mas, está, adormecido, não se sabe, é, até quando?
josil e marco, continuaram pela estrada, o campo estava com muito mato, em alguns sitios muito fechado, num tom de verde, muito carregado, o terreno de marco, ja tinha sido desbravado, para se poder la entrar.
da estrada, passaram para um caminho de terra batida, cada vez mais o vulcão estava mais perto, desviaram para a zona costeira da ilha, e passaram ao lado da senzala, seguindo até ao areal, marco parou o carro, e sairam os dois, até á praia, olharam o mar sereno azul turqueza, com a pequena barreira de corais não muito longe dali, josil olhava para tras, para o vulcão gigantesto, logo ali atras de si.
josil:
-agora, que eu estou aqui! não te zangues, grande condor!
marco, olha para josil, e sorri.

ana paula alberto caldeira, 07/11/08

beira-mar, praia da rainha, zona costeira, almada, portugal (2010)

"CAMINHOS DE MAR"



-o que escreves, otriz sombreo:
otriz:
-escrevo, relatos da viagem, que fiz!!
do outro lado da sala, joaquim sombreo, esclama:
-ham?, esta bem!
otriz sombreo continuava a sua escrita, agora em voz alta, escrevia, sempre, sobre todas as viagens, que fazia, e aquela por mar tinha sido, das melhores que ela tinha feito, amava o mar, nascera perto dele, e desde pequena, que se banhara nele, sabia que ele era perigoso, mas amava-o, ficava horas e horas, a comtempla-lo, de verão banhava-se nele, como se fosse, os lençois da sua cama.
otriz, escrevia mais um, dos seus relatos, o titulo era como das outras vezes, sempre a palavra mar, antes ou depois, mas sempre em titulo.
otriz sombreo:
-oh, pai, eu vou escrevendo, e lendo, se achar, que não vai bem, diga!!
joaquim sombreo:
-tens que falar mais alto, porque aqui na varanda, não oiço.
otriz sombreo:
-pai! baixe o som da televisão!
joaquim sombreo:
-a tua irmã, arrancou o botão.!
otriz sombreo, levantou-se, e foi á varanda, o pai lia o jornal, muito entretido, olhando para um anuncio, de meninas meio despidas.
otriz sombreo, volta para a maquina de escrever, e continua a escrever o texto, em voz alta.
"nos meus caminhos de mar, de hoje, vou escrever o meu diario de bordo, onde fui anotando, tudo o que ia vendo, e que a minha imaginação, me dizia.
por vezes sonhava, como teria sido á quinhentos ou seiscentos anos, atras.
o mar e sempre o mar, para tras ficava, o ultimo dia em terra, depois, só mar e ceu, como paisagem no horizonte uma linha imaginaria, dividia os dois tons de azul, um mais carregado, outro mais claro.
o sol radioso, a temperatura quente, conforme nos aproximava-mos, do hemisferio sul.
na varanda do navio, mais á sombra, sentia-se uma leve e suave brisa, bastante agradavel.
faziamos a rota das naus, da europa, para a america, imagina-mos, o que fora atravessar esta imensidão de oceano rumo a outro continente.
sempre, a bordo de naus de madeira, pequenas e frageis, avançando por mares, nunca dantes navegados, como fizeram os portugueses, encontrando e descobrindo, terra, povos que nunca dantes, alguem, tinha visto, abriram-se, portas para que outros, pudessem seguir pelo mesmo caminho, e ver o que eles viram.
a noite chegara mais uma vez, depois de tantas outras, iguais, para quem anda a navegar .
mas, uma pequena, diferença, eram mais quentes, do que as anteriores.
no horizonte, agora um azul era mais escuro, cor do mar, igualando-se, ao do céu.
assim navegamos, á varanda do navio, seria para pernoitar. ouvimos, o barulho do susurro das aguas, por onde o navio navegava.
de manhã cedo, a brisa marinha que respiravamos, fazia-nos relaxar de prazer, uma frescura, que dava alguns arrepios, assim continuava o navio, a todo o vapor, por aquele mar fora.
ao longe no horizonte um ponto, pequeno, mas com o avançar do navio, tronava-se ligeiramente com outras dimensões, maiores.
não tinhamos duvida, estava-mos, quase em terra.
o calor, agora era mais intenso, quando nos aproximavamos do meio-dia, o que era um pequeno ponto de inicio, era agora mais nitido, e cada vez mais, tinha contornos, viam-se tambem, pequenos pontos verdes, mas pouco nitidos, que dava para perceber que se tratava de arvoredo disperso, pensamos, o mesmo que os portugueses, quando chegaram aqui, a terra firme.
ja iamos a bastantes dias de viagem, a sensação de estar a ver terra, era uma sensação maravilhosa, ali começava um continente imenso, de culturas diferentes.
onde se falava duas linguas, o portugues e o espanhol."
otriz:
-pai? pai? ouviu? paiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! oh! paiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
ouviu, a minha historia!?
otriz levanta-se, e vai á procura do pai, encontra-o, a dormir, a sesta, no cadeirão, da varanda do casarão, onde estava á pouco.
o jornal estava, todo dobrado, dentro do bolso, das calças.
otriz:
-assim , não vale a pena, aposto que o jornal, era o tal, das muidas nuas!!!
de certeza, que, adormeceu, a pensar, naquilo, quando acordar, mostrou-lhe a historia.

ana paula alberto caldeira 05/03/1997



caminhos de areia, praia da rainha, zona costeira da costa da caparica, almada, portugal 2010

caminhos de areia

barragem de montargil, norte alentejano, portugal

barragem de montargil, norte alentejano, portugal
jan 2011

zona ribeirinha de alcochete, braço de mar, rio tejo

zona ribeirinha de alcochete, braço de mar, rio tejo
jan 2011 ponte vasco da gama, acesso norte/sul, portugal

continuação da foto de cima

continuação da foto de cima
jan 2011

continuação da foto de cima

continuação da foto de cima
jan 2011

IMAGENS, rio tejo

IMAGENS, rio tejo
rio tejo visto da ponte vasco da gama a bordo de um autocarro expresso(nov 08)

salinas do samouco

salinas do samouco
alcochete, 2009

IMAGENS

IMAGENS
arrabida, setubal (1997)

IMAGEM, as duas margens

IMAGEM, as duas margens
as duas margens, lisboa e almada(de cima da ponte 25 de abril em jan 09)acesso norte/sul

salinas do samouco, alcochete, beira rio(braço de mar, rio tejo, com o atlantico)

salinas do samouco, alcochete, beira rio(braço de mar, rio tejo, com o atlantico)
ponte vasco da gama, acesso norte/sul, rumo ao norte alentejano (nov09)

IMAGENS, madeira

IMAGENS, madeira
madeira, vista do cabo girão(1987)

CLICK NA FOTO, veja o album caminhosdeareia no picasa, IMAGENS, rio mondego 2

CLICK NA FOTO, veja o album caminhosdeareia no picasa, IMAGENS, rio mondego 2
a navegar no rio mondego,ao fundo gaivotas, sobre as aguas do rio, coimbra(2005, meu pai na foto, lado direito)

IMAGEM, barragem

IMAGEM, barragem
barragem de montargil, norte alentejano, portugal(fev 09)

IMAGENS, geres

IMAGENS, geres
geres, pequena praia fluvial (2005)

IMAGENS

IMAGENS
a caminho de santigo de compostela, (2004)

IMAGENS

IMAGENS
arrabida, setubal (1997)

IMAGENS, arrabida

IMAGENS, arrabida
arrabida (decada de 90)

IMAGENS, praias

IMAGENS, praias
praias do concelho de leiria, porto de moz(2006)

IMAGENS, geres

IMAGENS, geres
geres(2004)

IMAGENS, porto santo

IMAGENS, porto santo
praia do porto santo (jul 88)

IMAGENS, praia da rainha

IMAGENS, praia da rainha
caminhos de areia, praia da rainha, jul 08

imagem

imagem
olhão, ria formosa, algarve, portugal, nov 09

salinas do samouco, alcochete

salinas do samouco, alcochete
salinas do samouco, perto da ponte vasco da gama, acesso sul/norte, jul09

IMAGENS, rio mondego 1

IMAGENS, rio mondego 1
a navegar no rio mondego. coimbra(2004)

IMAGEM, beira rio, PARTE II

IMAGEM, beira rio, PARTE II
beira rio (rio tejo), sul/norte, saida da ponte vasco da gama em direcção a lisboa(jan 09)

IMAGENS

IMAGENS
arrabida, setubal, (1997)

imagem, beira-mar, na praia da rainha

imagem, beira-mar, na praia da rainha
beira-mar, na praia da rainha, zona costeira da costa da caparica, peninsula de setubal, portugal (ago 09)

imagem, barragem de montargil, norte alentejano , portugal

imagem, barragem de montargil, norte alentejano , portugal
barragem de montargil ao anoitecer(mar 09)

IMAGEM, barragem de montargil

IMAGEM, barragem de montargil
barragem de montargil, norte alentejano(jan 09)

CLICK NA FOTO, veja o album caminhosdeareia no picasa

CLICK NA FOTO, veja o album caminhosdeareia no picasa
el grove, ria arosa, espanha(2004)

IMAGEM, as duas margens

IMAGEM, as duas margens
fotografia tirada da ponte 25 de abril, com vista para as duas margens, sul e norte, cacilhas lado direito, lisboa (praça do comercio) lado esquerdo (jan 09)

IMAGEM, salinas do samouco, alcochete

IMAGEM, salinas do samouco, alcochete
salinas do samouco, junto ao rio tejo, alcochete (jan 09)